Sorteio no twitter de mais um livro! Participem!

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Olá. Como eu disse que em breve teríamos mais uma promoção no blog, aqui estou eu lançando um sorteio no twitter. É bem fácil de participar e concorrer, o ganhador ganhará um exemplar do meu livro “Aposta”.

Para participar basta:

1. Postar a seguinte frase: “Eu quero ganhar o livro “Aposta” que a @aJUDDa e @ficciados estão sorteando #LivroAposta http://migre.me/a221x ”

2. Para ter mais chances de ganhar, pode acrescentar aos seus tweets comuns a tag #LivroAposta

O sorteio será feito pelo twicket, por isso é de EXTREMA IMPORTÂNCIA a presença da tag #LivroAposta. O resultado sairá dentro de duas semanas.

“Brandon Harris é um dos homens mais desejados de Londres, bonito, rico e com bons contatos. É conhecido por ser um heartbreaker, arrasador de corações. Muitos foram os que tiveram o coração partido pelo belo moreno de olhos azuis. No entanto, Oliver Collins, um londrino confiante se envolve com o charmoso Brandon. Até onde sua confiança pode levá-lo?”

Resultado do Concurso Aposta!

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Olá. Hoje, dia 16, sai o resultado do #ConcursoAposta. As histórias publicadas no fórum foram realmente boas. Adorei o resultado, e por conta da alta qualidade dos textos, foi difícil escolher um vencedor. Todavia, Luísa juntamente de mim, chegamos numa história comum que ambas achamos que ficou muito boa.

Esse concurso além de ter o intuito de promover o meu livro, também de inaugurar o Fórum Ficciados Brasil ( http://ficciados.forumeiros.com/ ), então se você gosta de escrever, sinta-se livre para usar nosso fórum para publicar seus escritos. Se a categoria que você escreve ainda não está no fórum, avise-nos que criamos para você!

O vencedor do concurso de lançamento do Fórum Ficciados Brasil é… Gabriela (Akemihime)!

Sua história ficou realmente boa e, como prêmio do concurso, ganhará um exemplar do meu livro “Aposta” ( http://metanoiaeditora.com/products/APOSTA.html ).

Vamos conferir a história da Gabriela?

Talvez, da próxima vez.

E lá estava ele novamente. Naquele bar pequeno e mal iluminado em meio a uma bela noite estrelada da grande Londres. Sentou-se como de costume na mesa mais afastada do pequeno palco de madeira que jazia sobre o local. Sinalizou para a garçonete lhe trazer o de sempre: apenas uma simplória garrafa de whisky. Seus olhos então se voltaram para o palco, preparado para assistir a mais uma apresentação dela. Ele sempre estava lá por ela.
A passos lentos, uma bela mulher de cabelos em um tom peculiarmente avermelhado, trajando um vestido preto curto, que deixava a mostra suas ousadas curvas, se aproximou de um piano escuro colocado no centro do local para seu desempenho. Sentou-se calmamente e sem ao menos cumprimentar a sua pouca plateia, começou a correr os dedos pelas teclas do instrumento, extraindo um som doce e harmonioso, deixando o ambiente em uma paz inabalável. Pelo menos para ele. A maioria dos clientes daquele bar nunca se mostravam interessados com quem se apresentava no palco, simplesmente ignoravam e continuavam a conversar e beber descontraidamente. Mas não ele. Nunca.
Desde a primeira vez em que pisara naquele local, desde a primeira vez em que seus olhos de um profundo preto se encontraram com os orbes de uma imensidão azul dos dela, sentiu-se conectado à mulher. Pouco sabia dela, isso para não dizer que não sabia absolutamente nada. Apenas que se apresentava toda semana às sextas-feiras na parte da noite naquele simples ambiente, e que assim que terminava, saía apressadamente do palco e sumia de vista. Somente isso, mais nada. Tampouco sabia seu nome, que como vira naquela noite, ela não tinha o costume de conversar ou dizer seu nome para seu público, ou melhor dizendo, para ele, já que era a única pessoa totalmente interessada em sua performance.
A voz da ruiva se fez presente, deixando-o ainda mais hipnotizado. Observava sua boca que se contraía com a letra da música, um desejo de tocar aqueles lábios carnudos surgiu em sua mente. Balançou a cabeça para espantar tais pensamentos, apesar de ser impossível. Seus olhos não conseguiam se desviar da mulher à sua frente, as pessoas ao seu redor pareciam sumir, desaparecer de vista. Era apenas ele e ela, nada mais. Ninguém mais.
A música acabou. Aplausos eram mais do que necessários, mas nunca existiram. Ela apenas se levantou de seu lugar e se dirigiu à frente do bar, sentando-se em um banco vazio afastado de onde o homem estava. A ruiva sorria para o barman, enquanto bebericava um whisky (igual ao dele), calmamente. Ele a seguiu com os olhos, curioso e surpreso pelo fato da mesma não ir embora rapidamente como de costume.
De repente apreensão tomou conta de seu ser. Ele queria, queria muito, conversar com ela. Mas como faria? O que diria? E se o achasse um idiota? A maioria das pessoas tinha a tendência de achá-lo assim, concluiu após recordar das poucas mulheres que já passaram por sua vida. Depois de muito pensar nos prós e contras que uma possível conversa com a mulher poderiam causar, decidiu não arriscar. Não dessa vez. Esperaria até a semana seguinte onde se prepararia psicologicamente melhor e arriscaria uma conversa amigável.
Porém ela não aparecera na semana seguinte. Ao seu lugar, outra bela mulher com um violão em sua mão, cantou algumas músicas alegremente, mas o homem não ficara nada satisfeito, ele queria sua musa de volta. Sendo assim, esperou até a outra semana, onde novamente ela não apareceu. E prosseguiu assim durante um mês inteiro, quando finalmente intrigado (e irritado), resolveu questionar o barman daquele local.
– Onde está aquela bela mulher ruiva que cantava aqui mês passado?
– Ah você deve estar falando da Claire… – Murmurou o barman, assumindo uma expressão triste em sua face, fazendo o outro arquear o cenho. Claire… Então este era seu nome. Uma pontada de preocupação surgiu em seu âmago, mas decidiu não se alarmar por enquanto.
– Lamento, ela faleceu logo após sua apresentação àquela noite.
– O que? – Indagou sem crer no que acabara de escutar. Sentiu as pernas tremerem e sentou-se em um banco, diante do barman.
– Ela estava saindo daqui do bar e acabou sofrendo um acidente de carro. Você a conhecia? – Não. Ele não a conhecia, ela não o conhecia. E era tudo o que mais queria, que aquela bela mulher o conhecesse, soubesse quem ele era. Depois daquela noite treinara horas a fio, pensando em como iria conversar com sua musa. E agora ela se fora. Simplesmente isso, transformando todos os seus sonhos em algo sem vida. Afinal, ele vivia para vê-la. Vivia esperando a sexta-feira chegar para poder visualizá-la naquele vestido pecaminoso, cantando angelicalmente como sempre fazia. Porém agora tudo havia acabado. E os versos de sua última música ainda continuavam a ecoar pela sua mente.

“Porque somos eu e você e todas as pessoas
Com nada a fazer, nada a perder
E somos eu e você, e todas as pessoas e
Eu não sei por que não consigo tirar meus olhos de você”

( http://ficciados.forumeiros.com/t29-talvez-da-proxima-vez )

Parabéns!!

Pretendemos lançar mais concursos em breve! Inclusive um sorteio de mais um exemplar de “Aposta” no twitter.

Para ler todas as histórias do concurso, basta apenas vir aqui http://ficciados.forumeiros.com/f13-concurso-aposta .

É isso ai pessoal, até o próximo concurso!